terça-feira, 19 de maio de 2009


Galera,


demorou, mas saiu a nossa Comunidade no Orkut. Lá vamos poder conhecer os malucos pelos filmes da Sessão da Tarde e falar muita abobrinha de uma ótima época.


Entrem, confiram e participem...



quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

52 - Uma Babá Quase Perfeita

Original: Mrs. Doubtfire

Lançamento: 24/11/1993

Atores: Robin Williams
Sally Field
Pierce Brosnan

Diretor: Chris Columbus






Sempre quando era moleque queria ter uma empregada gostosa, rolava aquelas fantasias dela com avental, saiazinha, acordar no meio da noite e ir para o quarto dela (não era tarado, eram os hormônios). Mas nunca consegui realizar meu sonho. Lá em casa só tinha empregada com mais de 60 anos. Acho que minha mãe quando fazia entrevista perguntava: “Quantos anos têm? 62. Está contratada” (será que meu pai tinha a mesma fantasia que a minha?). Esse post é especial para estas pessoas pacientes que sempre faziam meu almoço e meu lanchinho da tarde (não dormia sem meu leitinho... não pensem besteira). Vamos ao filme.

Veja o trailer da época (época que tinha que rebobinar o vídeo da locadora).



Esse filme se resume a: Robin Williams. Suas imitações e vozes são as melhores (ele chega a imitar um cachorro-quente... sem comentários, mas é verdade). O filme já começa com ele dublando um desenho onde os personagens aparecem fumando cigarro (muito educativo, podiam fazer um com eles fumando crack... seria mais atual). Aquela cena dele queimando os peitos no forno é muito boa (a cena, não os peitos caídos da velhota...). Abaixo uma brincadeira que toda criança faz sozinha em casa, tocar guitarra-vassoura (ótima trilha de Aerosmith).



Como já falei, o Robin Williams é o cara do filme. Lembrando dos velhos tempos de dublador (ele era o dublador do Popeye), ele mostra seu vasto repertório de vozes (é quase um Tom Cavalcante). Sally Field também está muito bem como a mãe “madura” e “séria” da família. Enquanto o Pierce Brosnan é o... Pierce Brosnan (eu acho ele fraco, muito ruim. Como esse cara virou um James Bond? Deve tá comendo alguém importante em Hollywood...). Fiquei muito feliz quando a babá traveco joga um limão na cabeça dele (podia ter estourado a cabeça dele). Muito engraçado é o irmão da Mrs. Doubtfire que é uma bimba de voz grossa que fez a máscara (ui! ficou linda). Abaixo uma cena de Mrs. Doubtfire bêbaba, digo bêdaba, bêblabla… (ah vocês entenderam).



Não sei se sabem, mas este filme é uma refilmagem, com adaptações, de Tootsie com o Dustin Hoffman (muito bom podem alugar ou baixar o torrent). Após perder a guarda dos filhos e o emprego de dublador, Daniel Hillard resolve se candidatar a ser babá dos próprios filhos, mas vestido de “vovózona” (epa, esse é outro filme com velhas travecas). Ele aprende a lavar, passar, cozinhar, queimar os peitos, dançar com vassoura, enfiar a cara em tortas, entre outras coisas que as mulheres do lar fazem. Depois ele ganha um programa de TV (assim... molezinha... “Você quer um programa de tv?” “pode ser... não tô fazendo nada”) e vive feliz com seus filhos e sua babá traveca.


Cena Inesquecível: A melhor cena do filme, quando a assistente social visita a casa do pai para uma vistoria. É a cena onde ele enfia a cara na torta para fingir que é creme facial (será que funciona no sabor chocolate?), ainda bem que ele tinha uma torta na geladeira, imagina enfiar a cara numa feijoada. Abaixo essa ótima cena (detalhe para os japinhas vendo a transformação traveca).



Curiosidade:
No filme, Robin Williams se separa da esposa e se torna sua babá, na vida real o ator se divorciou da esposa para casar com a babá (viu... a esposa do Robin Williams não conhecia o macete da minha mãe. “Babá só com mais de 60 anos”).


Mudando de assunto:

Filmes com natal: Trocando as bolas, Férias Frustradas de Natal e O Grinch.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

51 - Os Trapalhões

Original: Os Trapalhões

Lançamento: anos 80

Atores: Dedé Santana
Zacarias
Mussum
Didi Mocó



“Cacildis!!!” Como esses caras eram engraçados e fizeram muitas crianças felizes (Inclusive eu). Quem nunca tentou dar aquelas cambalhotas que o Didi e o Dedé faziam, muitos devem ter batido o cocorôco no chão. E aquela risada do Zacarias “uhuhuuu”, sempre tinha um espertinho que mandava uma na sala de aula (não, eu nunca fiz isso). E falar errado como o Mussum? Sempre rolava um esporro da mãe quando ficava falando errado em reunião de família (Qual o problemis? Muito melhor que o Seu Creisom). Não escolhi nenhum filme em especial, porque todos são maravilhosos, por isso será um post genérico do grupo Os Trapalhões.


Veja a abertura clássica do Programa Os Trapalhões (época que Os Trapalhões eram 4 integrantes).



O que eu gostava mais nos filmes deles eram as paródias de filmes conhecidos como O Mágico de Oz, Robin Hood, 3 mosqueteiros, Planeta dos Macacose mais outras dezenas. Os Saltimbancos deve ser o maior clássico deles, com os Trapalhões cantando Chico Buarque (são tantos filmes que fico até atordoadissss). Mas um tem significado especial que foi “Uma escola atrapalhada” que foi filmado no meu Colégio São José, onde também foram filmadas as cenas do mosteiro no seriado “Hilada Furacão”, mas chega de lembranças escolares e vamos uma cena clássica dos Saltimbancos com a música “Piruetas” cantada por Chico Buarque e os Trapalhões. (Barriguisss...):



Dedé: esse era o “serião” do grupo e que sempre inventava umas pegadinhas para o Didi e sempre se ferrava. Começou como dupla com o Didi e era o único do grupo com um histórico circense. Não era o preferido das crianças, mas sem ele o grupo ficaria sem o integrante que sempre se ferrava. Umas das famosas características era a sua risada de nervoso quando aparecia um monstro ou um bandido.



Zacarias: “Oh, Didi. Uhuhuuu”. Zacarias era o medroso e ingênuo do grupo, todas as crianças adoravam quando a peruca dele saia, todos gritavam “olha a careca dele”. E os olhos zuretas, os dentões da frente e o riso clássico. Muitos o achavam meio “afeminado” com aqueles macacões, aqueles pulinhos, gritinhos... coisas que só a mente suja dos adultos pensam.



Mussum: “Cacildis” era o bebum do grupo, gostava de samba e era o grandalhão de bom coração. Falava tudo erradisss e sempre usava um chapeuzinho “Seu Madruga”. Formava uma dupla com o Zacarias onde dava uma de machão e depois saia correndo de medo. Hoje em dia é um dos ícones dos anos 80, estampando o rosto e suas falas em camisetas.



Didi: Pra ser mais completo: Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgina Mufumo. Era o líder e, literalmente, dono do grupo, o “malandrão” que nunca caia nas pegadinhas e sempre se dava bem no final, conquistando a mocinha. Sempre fazia piadas de sua origem nordestina e era conhecido por frases engraçadas como “eu sou você amanhã”, “É fria. É fria”, “É ieu”, “Cúma?” e quando tentava se matar abrindo a boca com as mãos (sempre tentava, mas acabei cortando os pulsos mesmo... brincadeira).



Cena Inesquecível: Cena clássica onde o Didi imita a Maria Betânia em “os amores do Didi”, quem conhece os Trapalhões conhece esse clássico (graciiiinha).



Curiosidade: A primeira formação de Os Trapalhões tinha Renato Aragão, Wanderley Cardoso, Ivon Cury e Ted Boy Marino (lembram desse? Era de telecat, na foto abaixo). O programa chamava-se Adoráveis Trapalhões e era apresentado pela TV Excelsior, em 1965.O primeiro filme do quarteto oficial foi Os Trapalhões na guerra dos planetas, de 1978. Em 1983, o grupo ficou separado por 6 meses. Nesse período, Dedé, Mussum e Zacarias fizeram Atrapalhando a Suate, e Didi fez O Trapalhão na arca de Noé (dois filmes ruins de doer. Cacildis de ruim).


Mudando de assunto:

Filmes com elefantes: Indiana Jones eo Templo da Perdição, Uma Herança da Pesada e Dumbo.

sábado, 6 de setembro de 2008

50 - Quero Ser Grande

Nossa!! Quanto tempo não faço uma postagem. E essa é especial: 50 filmes! Na verdade ando muito ocupado, mas como vi tantos comentários e elogios ao blog, tive que arrumar um tempinho para continuar postando. Não sei de quanto em quanto tempo, mas farei o possível. Bom, como filme nº 50, escolhi um dos meus preferidos. Uma comédia muito engraçada e que retrata como nós fomos abençoados por viver numa época mais bem humorada e mais calma, sem tanta correria, apenas a velha e boa Sessão da Tarde. Divirtam-se.


Original: Big

Lançamento: 03/06/1988

Atores: Tom Hanks
Elizabeth Perkins

Diretor: Penny Marshall




“Eu quero ser grande”, esse era o sonho de toda criança, só para dirigir, pegar garotas encher a cara (não necessariamente nesta ordem). Hoje em dia eu que quero ser pequeno: estudar só de manhã, cochilar depois do almoço e vê muita Sessão da Tarde (nossa!!! Como era estressante o meu dia). Mas digam a verdade, quem não tinha medo daquele robô-boneco que concedia desejos? Ficava aquela cabeça toda séria abrindo e fechando a boca, com os olhos vermelhos... medo! (sai capeta).

Veja o trailer da época (época que se usava disquete no computador, aqueles grandões com um furo no meio).



Grandes cenas marcam o filme, como na hora que ele acorda e descobre que tá grande e dá aquela manjada para vê se o seu “equipamento” aumentou (hehe... homens, sempre preocupados com o tamanho. Não, eu não media com uma régua...). O melhor de tudo é que o moleque arruma o melhor emprego do mundo: analisar brinquedos (e eu fazendo faculdade, pós, MBA, entrevistas...). Será que existia uma carreira para Analista de Brinquedos Junior, Pleno e Sênior? (Devo ter faltado essa matéria na faculdade). Abaixo a cena onde o Josh canta uma musiquinha horrível para mostrar ao amigo, que é ele mais velho (detalhe gay: que dancinha era aquela com os bracinhos esticados?Ui que linda!).



Mais uma vez Tom Hanks destrói em sua atuação, que marcou a sua virada como ator sendo inclusive indicado ao Oscar de melhor ator e também ganhando o Globo de Ouro. Depois dessa atuação, Hollywood abriu os olhos para ele e daí pra frente ele colecionou Oscas. Elizabeth Perkins faz o papel da papa-anjo, depois disso só fez filmecos como a Wilma em Os Flintstones (eita, coitado do Hanna e Barbera ). Jon Lovitz, que não era conhecido na época, fez um pequeno papel como colega de trabalho do Hanks. Abaixo a cena picante onde o Josh fica por cima da “pedófila” (detalhe para a saia que ela usa... putz parece aquelas menininhas de 4 anos que querem ser bailarinas... que brega... e não culpem os anos 80).



A história é sobre um garoto que só toma esporro e toma toco da mulherada que resolve fazer um pedido para ficar grande. E consegue (dã... senão não tinha filme). Ele arruma um emprego numa empresa de brinquedos (hehe... aquele robô-prédio é muito escroto... hehe), perde a virgindade (também, a mulher só faltou estuprar o menino). Depois ele encontra o brinquedo assustador e volta a ser um menino normal: dorminhoco, tarado e espinhento.

Cena Inesquecível: Cena clássica do piano no chão que marcou o cinema e fez muitos moleques voltarem com aquela modinha de tocar teclado eletrônico. Não sei se os atores realmente tocaram, mas que ficou irado, ficou.

Veja os sapateadores musicais (detalhe que o Tom Hanks perde a linha já no começo deslizando de joelhos na frente do chefe... hehe):



Curiosidade: Para que Tom Hanks tivesse a exata noção de como deveria se comportar um garoto de 12 anos na pele de um adulto, a diretora Penny Marshall inicialmente gravou todas as cenas de Hanks com o ator David Moscow, que interpreta Josh aos 12 anos, em seu lugar. Com isso, Hanks procurou apenas copiar o modo de agir de Moscow (que moleza... é quase um playback atuando, assim até eu ganho uma indicação ao Oscar... hehehe)

Mudando de assunto:

Filmes com moeda:
Batman - o cavaleiro das trevas, Onde os bons na tem vez e Os Goonies.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

49 - Harry, um Hóspede do Barulho

Calma pessoas, eu não morri, não fui escrever no Blog Cinema em Casa e nem acabou minha lista de filmes. Apenas estive, como um bom porco capitalista, trabalhando duro por alguns centavos diários. Não sumam, não coloquem o blog na lista "Não Favoritos". Vou tentar atualizar mais vezes. Fui!!!

Original: Harry and the Hendersons

Lançamento: 05/06/87

Atores: John Lithgow

Diretor: William Dear


“Mãe, a gente pode ter um pé grande?”. Depois desse filme, muitas crianças devem ter enchido o saco dos pais por um pé grande. E os pais deviam responder: “Ah é! E quem vai trocar o jornal e passear com ele?” (vejam os problemas que Hollywood causam nas famílias). Achava irado o pé grande destruir toda a casa e depois fazia aquela carinha de inocente, com um sorrisinho. Esse filme é bem estilo Disney, mas sem as mensagens subliminares e os patos sem calças.

Veja o trailer da época (época de luvinha da Madonna).



Bem, as melhores cenas são do Harry destruindo a casa, arrancando os veados (animais, estilo Bambi... só pensam bobagens) e enterrando no quintal, amassando o teto do carro pra caber o seu cabeção, comendo os peixinhos dourados (casa americana sempre tem peixinhos dourados... acho que eles vêem muitos desenhos animados). Tem também um momento “Ohhhhh... que bonitinho”, quando o Harry dá uma outra flor à filha Henderson, depois dele ter comido a outra que ela ganhou na sua festa de 15 anos. Abaixo uma cena onde o Harry destrói a casa e a família tem o seu primeiro contato com o pé grande (detalhe pro óculos do moleque, coitado parece o Clark Kent).



Esse filme tem um ator que gosto muito, mas quase não fez muitos filmes: John Lithgow. Ele é muito bom em comédias, mas tem um suspense, Síndrome de Caim, que ele tá assustador (ui, nem dormi direito com medo). Outro ator desse filme é um dos velinhos de Cocoon, aquele que mora no asilo com os outros velinhos... sei lá... são todos meio parecidos. O garotinho da família é muito figura com os óculos gigantes e falando pra caralho, parece que tinha tomado um ácido. Abaixo uma cena engraçada com o francês caçador de pés grandes (homens... preparem pra fazer cara de dor).



A história é bem simples, sobre uma família que encontra um pé grande e o leva pra casa. Ele destrói tudo, a família começa a gostar dele, tem um caçador malvado que quer capturá-lo pra ganhar uma boa grana. Todos os elementos de uma engraçadinha comédia familiar. Mas no fim aparecem uns aliens que viviam em casulos... peraí, esse é outro filme (culpa daquele velinho do Cocoon). Na verdade, no fim o pé grande volta pra floresta e encontra sua família... (Ohhhhh! Que bonitinho).

Cena Inesquecível: uma das cenas finais quando os Hendersons precisam fugir do caçador e o Harry imita uma sirene pra abrir o trânsito (ainda bem que não era São Paulo, senão ia tá até hoje no trânsito).

Veja a cena da sirene gritante (meio gay essa parada de imitar sirena... deve ser por isso que os pés grandes estão extintos...):



Curiosidade: Pelo incrível que pareça esse filme ganhou um Oscar!!! É... por melhor maquiagem em 1988. E também rendeu uma série de tv que ficou no entre 1991 e 1993, estrelando como pai aquele político anti-mutante do X-man.


Mudando de assunto:

Filmes com espadas:
Kill Bill, Highlander e o desenho Hércules.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

48 - O Vôo do Navegador

Filme escolhido pelo Thiago Joguinhos vencedor da Promoção Luz, Câmera e Ãção... (IV). Se vocês não lembrarem deste filme, tudo bem, eu também não me lembro...

Original: Flight of the Navigator

Lançamento: 30/07/1986

Atores: Joey Cramer
Sarah J.Parker

Diretor: Randal Kleiser





Eita, tenho que reconhecer que não me lembrava deste filme escolhido. Lembro que já vi, mas não achei dos melhores. Mas como toda criança da época, imaginava pilotar uma nave espacial. Ganhei muitos galos na cabeça por ficar debaixo da mesa de jantar fingindo voar pelas galáxias (não, eu não tomava drogas e nem freqüentava raves). Engraçado como foram feitos vários filmes de aliens nos anos 80, acho que rolou uma ressaca dos chás de cogumelos dos anos 70. “Pô bicho, acho que vi um alienígena e... humm... é... me passa mais um pouquinho desse chazinho...”.

Veja o trailer da época (época de Mocotó Embasa).



Esse filme é típico da Disney com muita fantasia e no fim dá vontade de chorar (só chorei no filme do Bambi, tá). Outra característica é ter vários bichinhos, que na época bombavam como fantoches estilo Muppets. Abaixo tem uma cena onde mostra vários bichinhos, desde um verme resfriados até um morcego mexicano que deve ter fumado umzinho e bebido muita tequila (são as mensagens subliminares da Disney... uuuhhh!).



Joey Cramer é quem interpreta o garoto-navegador (ele parece o garoto que fez ET, mas não é) e só, ele não fez mais nada de bom. Fez mais 2 filmes e outros 2 pra tv que devem ser bons... Nenhum filme pra tv é bom, sempre parece que foi filmado num sótão e os atores estão sempre mau maquiados com laquê e batom de traveco (nada contra os Ronaldinhos da vida). Bem, os outros “atores” são as vozes dos bichinhos e do robô que controla a nave. Abaixo, o início dessa aventura quando o garoto vira o navegador (péssima tradução!!!).



O filme conta a história de David que desaparece por 6 anos após encontrar uma nave espacial, ele volta sem envelhecer e precisa voltar no tempo antes que ele fique preso no presente (nossa que complicação). David fica amigo do robô que pilota a nave e partilha a cultura terrestre com ele. E na verdade, não lembro de mais nada desse filme, mas no final descem os créditos (fim de post é foda, acabam a piadinhas boas).


Cena Inesquecível: Cena em que a nave faz um pit stop em um posto e um gordão fica estático, quase babando.

Veja a cena do “boladão”(sempre tem um turista mala nessas viagens).



Curiosidade: Sei que a Sarah J.Parker faz esse filme, mas não me lembro e nem ela deve querer se lembrar (Thiago e leitores, vocês se lembram dela no filme? me avisem).

Mudando de assunto:

Filmes com girafas:
Madagascar, Todo Poderoso 2 e Os Deuses devem estar Loucos.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Resultado: Promoção Luz, Câmera e Ação... (IV)

Fala rapaziada, ando sumido... é que só me deixaram sair da senzala agora. Por isso, vou ser rápido antes que o meu capataz me mande fazer uns 20 trabalhos e virar mais umas 50 noites. O felizardo e criativo dessa 4ª Promoção foi o Thiago dos Joguinhos (não, ele não me subornou com um PSIII, mas se ele quiser fazer uma doação, será muito bem vinda). E você sabe que aqui quem ganha pede o filme.

E o próximo filme a ser postado aqui é o ________________ (preenche aqui Thiago).